Alergia a Água: Ela ainda existe? - Bem estar de hoje

Alergia a Água: Ela ainda existe?

Alergia é algo que a maioria das pessoas tem, ou adquirem conforme o tempo vai passando. Porém tem algumas que são muito raras, a ponto de serem tão insuportáveis, que nem a ajuda do médico resolve. A não ser que tomem precauções. Mas há uma alergia que é muito agressiva, fazendo o paciente sofrer muito, a alergia a água. Ela também é conhecida cientificamente como Urticária Aquagênica.

Nosso sistema imunológico é responsável por identificar e barrar substâncias que nos prejudiquem. Mas, em alguns casos, nosso sistema imunológico não se desenvolve direito, ficando exporto há vários problemas, como doenças. Então não ficando saudável sempre, causando muito problemas ao corpo. E essa alergia causa lesões visíveis e ardência. Isso só acontece porque o sistema do paciente afetado está hipersensível, ou seja, não tem uma defesa boa contra doenças externas. Mas essa alergia, por ser tão incomum, o sistema acaba revogando alguns elementos muito importantes, como a água. Todos sabem que a água é o elemento mais importante para todos, então ter que viver e se adequar a ficar sem essa substância essencial para a vida, é muito complicado.

 

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Alergia a água: Urticária Aquagênica

Essa doença é tão rara que teve em média 100 casos no mundo, desde 1964 quando a alergia foi descoberta. Mas esse problema ataca mais mulheres do que homens, sendo bastante difícil para elas, pois desenvolve o aparecimento de lesões na pele. O paciente não necessariamente nasce com esse problema, mas nas mulheres o quadro se desenvolve mais rápido que nos homens, na maior parte dos casos essa doença de desenvolveu durante a puberdade. Coceira, inchaço e rubor são as lesões presentes durante 10 a 50 minutos após o contato com a água. Muitas das pessoas afetadas não conseguem ficar, se quer, um minuto embaixo da água, e tem intervalos de até uma semana entre os banhos, justamente pelos danos que a água causa em seus organismos.

Isso é considerado uma urticária que pode ser associada a outras de mesmo segmento. Podem ser causadas pelo frio ou calor, por picadas ou arranhões. Como é uma doença muito rara, tendo apenas 100 casos e todo mundo, cientistas não conseguem minuciar a pesquisa para que se descubra a causa ou tratamentos para que haja a cura.

Não há um porquê exato de como essa doença funciona. Estudos disseram, assim que a água tem contato com a pele, componentes, como estrato córneo ou glândulas sebáceas, produzem substâncias adversas. Assim formando reações alérgicas. A pessoa não pode suar e nem chorar, pois até as substância do próprio corpo podem prejudicar.

 

Não possui cura

Ela não possui cura, então o paciente precisa aprender a conviver com ela. Tratamento com remédios específicos são a solução. Também a opção de cremes, na tentativa de criar uma barreira entre a pele e o contato com a água.

Como todo tipo de doença, é sempre muito importante buscar auxilio médico. Com o tratamento é possível driblar alguns sintomas e se adaptar a situação, buscando viver bem.

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