Quantidade de café

Quantidade de café que você toma está relacionado ao seu DNA

Qual é a quantidade de café ideal para consumirmos? Essa sempre é uma dúvida que as pessoas possuem. Alguns falam que ele faz mal para a nossa saúde. Por outro lado, estudos apontam cada vez mais os benefícios da bebida. O ideal é sempre saber dosar a quantidade de café que seu corpo pode consumir.

Qual é a quantidade da café ideal?

Segundo uma pesquisa, um gene é o principal responsável por decidir a quantidade de café que é preciso tomar para ficar acordado. O queridinho de muitas pessoas pode ser servido de diversas formas. Quentinho em uma xícara ou bem batido com algumas pedrinhas de gelo. Se você ficou com saliva na boca isso significa que está propenso a ter um alto nível de abuso de cafeína, mas calma isso não é ruim.

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Estudo mostra que vício por Café está ligado ao nosso DNA

Um estudo de uma Universidade Italiana, apontou que o vício de café está relacionado ao seu próprio DNA. O responsável por isso é um gene chamado PDSS2. Ele define se você vai viciar no cafezinho ou não. Portanto, o seu gosto por café pode ter uma explicação genética.

Entenda o que é o gene PDSS2

O PDSS2 é uma proteína presente em nosso corpo. Estudos comprovaram que uma variação genética do PDSS2 tem o poder de diminuir a quantidade de células no organismo responsáveis por quebrar as moléculas de cafeína. Isso faz com que a cafeína permaneça mais tempo no corpo do individuo com essa variação. Esse fato demonstrou que pessoas que possuem essa variação necessitam consumir uma quantidade menor de café para obter o efeito estimulante de cafeína.

Os pesquisadores acreditam que pessoas que contenham a variação do gene PDSS2 consomem, em média, uma xícara a menos de café por dia do que pessoas sem a alteração genética.

Para chegar a essa conclusão, os cientistas analisaram cerca de 1207 italianos e 1731 holandeses. No questionário utilizado, os pesquisadores indagaram o consumo diário de café de cada indivíduo. O resultado foi que os holandeses bebiam um número maior de café que os italianos, e os participantes com maiores números de PDSS2 consumiam menos a bebida.

Tal fato pode ter sido observado devido a alguns fatores. Na Itália, culturalmente, as pessoas bebem doses menores de café, normalmente expresso. Já os holandeses preferem consumir o café em xícaras maiores, mas com menor quantidade de cafeína.

Isso nos faz entender melhor o nosso corpo, e consequentemente problemas tais como reações de uma pessoa com um nível elevado de energia ao tomar uma xícara enquanto outras ficam agem normalmente. Contudo, não há a certeza de que todo indivíduo fã de café possua essa variação genética. O segredo é consumir um cafezinho com moderação.

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